A Homeopatia


Quem Somos:
“Um grupo editorial que prima pela melhor informação em Homeopatia. Oferecemos Cursos, Revistas, DVD’s e Livros da mais alta qualidade, que sejam acessíveis aos grande público e imprescindíveis aos profissionais da área. Nossa maior motivação é poder retribuir a maravilhosa transformação que a Homeopatia fez - e continua fazendo - em nossas vidas”

Para fazer seu pedido, dar sugestões ou esclarecer suas dúvidas, envie um e-mail para: ahomeopatia@hotmail.com

Nossa Missão:
“Fazer com cada vez mais pessoas conheçam sobre a Homeopatia e possam usufruir de todos os seus benefícios”

Nossa Visão:
“O conhecimento sobre a Homeopatia traz a valorização desta especilidade, o reconhecimento aos profissionais da área e a ampliação dos direitos à saúde”

Nossos Objetivos:
“Divulgar os princípios da Homeopatia e incentivar a busca por conhecimento do mais alto nível”

Nossos Valores:
“Conhecimento, Ética e Respeito: por um mundo melhor”

Nosso Público-Alvo
“Por utilizarmos uma linguagem simples e objetiva, trazemos informações preciosas tanto para o leigo quanto para os profissionais da área”

Este site foi desenvolvido por www.sitesmodernos.blogspot.com/

Os Princípios da Homeopatia

A Homeopatia é uma especialidade médica, reconhecida pelo CFM (Conselho Federal de Medicina) e pela AMB (Associação Médica Brasileira). Essencialmente um processo de cura natural, a Homeopatia emprega remédios que ajudam o paciente a recuperar a saúde estimulando o poder de cura do próprio organismo.

A Homeopatia (das palavras gregas “homoios” e “patia”, que significam respectivamente “semelhante” e “doença”), é uma prática médica que cura uma doença com o seu semelhante.

A Homeopatia é um método de tratamento criado pelo médico alemão Samuel Hahnemann, em 1796, que se fundamenta:

1) Na Lei dos Semelhantes (“Similia Similibus Curantur”)
Segundo esta lei, os semelhantes se curam pelos semelhantes, isto é, para tratar um indivíduo que está doente é necessário aplicar um medicamento que apresente (quando experimentado no homem sadio) os mesmos sintomas que o doente apresenta. Exemplificando: Se uma pessoa sã ingerir doses tóxicas de certa substância, irá apresentar sintomas como dores gástricas, vômitos e diarréia; se, por outro lado, for administrada essa mesma substância, preparada homeopaticamente, ao enfermo que apresenta dores gástricas, vômitos e diarréia, com características semelhantes àquelas causadas pela substância em questão, pode-se obter, como resultado, a cura desses sintomas.
A medicina ortodoxa considera os sintomas como uma manifestação direta da doença. A Homeopatia, ao contrário, vê os sintomas como uma reação contra a doença, e procura entender essa reação ao invés de suprimi-la.
Para melhor compreensão da diferença entre o princípio dos semelhantes e o princípio dos contrários vamos usar uma imagem criada pelo homeopata americano Dr. Herbert A. Roberts. Imaginemos um trem, representando a enfermidade, que corre a uma determinada velocidade. Para aniquilar essa enfermidade podemos enviar um trem em sentido contrário (medicamento alopático), ou podemos modificá-la enviando um trem no mesmo sentido (medicamento homeopático), mas numa velocidade maior e que, após encontrá-lo, imprime ao conjunto uma nova velocidade. É assim que age o medicamento homeopático: imprime à Energia Vital um padrão vibratório semelhante e mais forte que o preexistente.

2) Na Experimentação no Homem São
As experimentações com substâncias preparadas homeopaticamente devem ser realizadas em homens sãos para que possam ser usados para curar homens doentes. As experimentações são realizadas pela administração de uma determinada substância a um grupo de indivíduos (chamados de experimentadores), considerados saudáveis após passarem por exames clínico e laboratorial, e que não sabem que substância estão experimentando. Em cada experimentação, os sintomas físicos, mentais, emocionais, as sensações e alterações no modo de ser e estar, de reagir e interagir com o meio, que vão surgindo nos experimentadores, vão sendo cuidadosamente anotados e, posteriormente, classificados e analisados, dando origem ao que chamamos de Patogenesia.
Muitos medicamentos foram experimentados e reexperimentados várias vezes e por muitos autores. Outros medicamentos foram menos estudados e necessitam de novas experimentações para ampliar nosso conhecimento com relação ao seu campo de atuação ou potencialidade curativa. É a esses conjuntos de sintomas de um determinado medicamento registrados em livros específicos, isto é, às Patogenesias, que o médico homeopata recorre a fim de encontrar o medicamento mais semelhante a cada caso, o medicamento que chamamos de Simillimum.

3) Nas Doses Mínimas e Dinamizadas
No início de suas experiências, Hahnemann usava medicamentos diluídos, porém ainda contendo matéria. Com o tempo foi percebendo que essas diluições ainda eram suficientemente fortes para causarem, às vezes, sérias agravações quando os medicamentos eram administrados aos pacientes. Devido a essas reações indesejáveis, passou a diluir cada vez mais os medicamentos, percebendo que obtinha melhores resultados quando eram também agitados. Foi assim que chegou às doses infinitesimais (extremamente diluídas) e dinamizadas. Observou também que à medida que a massa ia sendo diluída, mais energia as substâncias pareciam desprender pelo processo de agitação. Não era a quantidade de substância que importava, ao contrário, quanto menor a quantidade presente e quanto mais agitada era a diluição, maior potencial de energia curativa possuíam. Portanto, o medicamento homeopático é uma forma de energia que atua sobre a Energia Vital dos seres vivos. A dose diminuta prescrita pelo homeopata, não é mera diluição ou atenuação da droga forte. Ela é o que se chama potência, isto é, algo que possui poder.

As Escolas Homeopáticas

Existem divergências, como em todos as especialidades médicas e em todas as áreas do conhecimento humano, entre as várias escolas homeopáticas em todo mundo. Todas têm suas razões e ponderações.
Temos basicamente duas tendências: a UNICISTA, que usa apenas um medicamento para tratar o paciente, e a PLURALISTA, que usa vários medicamentos, um para cada grupo de sintomas do paciente.

Pergunte ao Doutor

A Homeopatia tem tratamento para diabetes, câncer, aids, e outras doenças graves e degenerativas ?
Não. A Homeopatia não tem remédios para doenças, a Homeopatia tem remédios para doentes diabéticos, doentes cancerosos, doentes aidéticos, etc. A proposta homeopática é de tratar os doentes com suas doenças, doentes com suas histórias de vida, levá-los a uma reorganização geral contribuindo assim para uma atenuação e algumas vezes até para o desaparecimento completo de suas doenças. Para que isso aconteça o medicamento homeopático informa o organismo de como ele deve proceder para reorganizar-se, esse trabalho é do organismo e não do remédio, o remédio informa, o organismo faz. Para essa tarefa (até onde sabemos) o organismo lança mão de seus mecanismos assim chamados - de defesa - e reorganização, sob tratamento homeopático todo o sistema, como uma unidade, entra em ação para recuperar-se, às vezes de uma forma sutil e quase imperceptível para o doente, outras vezes de maneira tumultuada, incomodativa, tudo depende do tipo e modo que o organismo daquele doente necessita proceder naquele período específico.
Fonte: Dr. Matheus Marim - Médico Homeopata

Como fica se o organismo não conseguir fazer esse trabalho de reorganização?
Estaremos então diante de uma limitação, o medicamento informa mas o organismo não consegue responder, todavia a ausência de resposta é uma situação muito rara porque se o ser está vivo sempre um movimento aparece. Nestas situações as respostas costumam ser parciais, o organismo conserta aquilo que pode ser consertado, o medicamento homeopático não vai fazer o trabalho que o organismo não consegue fazer. Neste - consertar o que pode -, vários sintomas tornam-se menos incomodativos, a condição geral do paciente apresenta leve melhoria e os sintomas psíquicos diminuem em intensidade. Tomando como exemplo o doente diabético percebemos melhorias em sua pele, nos locais onde aplica a insulina, em seus sintomas de neurite, do sono, no alimentar-se, em seu psiquismo, resistência maior às situações que o fazem adoecer, etc., mas continuará necessitando de sua insulina diária porque não consegue mais produzi-la em quantidade suficiente, seu pâncreas não tem mais conserto. Mesmo assim, em alguns diabéticos notamos que sob tratamento homeopático passam a necessitar de menores quantidades de insulina e em muitos uma diminuição significativa de seus hiperglicêmicos orais. Isto acontece porque estão melhores como doentes. Esta explicação aplica-se também aos doentes que desenvolvem cânceres, doenças de auto- agressão como tireoidites, esclerose múltipla, lupus, imunodeficiências congênitas ou adquiridas, doenças hereditárias, etc.
Fonte: Dr. Matheus Marim - Médico Homeopata

O que é o medicamento homeopático?
Os medicamentos homeopáticos são preparados a partir de substâncias extraídas da natureza, provenientes dos reinos mineral, vegetal ou animal.
Para que a substância da natureza seja usada como medicamento homeopático, é necessário prévio conhecimento de sua potencialidade curativa, através da experimentação no homem são. Tais substâncias podem ser tanto tóxicas quanto inertes, desde que, quando experimentadas, ofereçam a melhor similitude aos sintomas da doença a ser tratada.
As preparações básicas dessas substâncias recebem o nome de tinturas-mãe e a partir delas são iniciados os processos das diluições sucessivas.
No início de suas experiências, Hahnemann começou diluindo os medicamentos e verificou que, quanto mais diluía, minimizavam-se as reações indesejáveis. Percebeu também que ao fazer diluições sucessivas das substâncias e agitá-las diversas vezes, obtinha sempre melhores resultados, foi assim que ele chegou às doses mínimas. Desta maneira, a toxicidade das substâncias é atenuada e o potencial curativo é aumentado.
Ao processo de diluição seguido de agitação, damos o nome de dinamização (dynamis- vem do grego e significa força). Através da dinamização, se consegue despertar na substância a capacidade de agir sobre a força vital do organismo vivo.
Fonte: Associação Médica Homeopática Brasileira

Por que dizem que o medicamento homeopático é estéril?
Quando Hahnemann iniciou a experimentação, percebeu que certas substâncias não poderiam ser usadas em grandes quantidades, passando assim, a diluí-las sempre na escala de 1 para 100, criando um método reproduzível. A cada diluição chamou de Centesimal, mais tarde, para diferenciá-la de outras escalas denominou-se de Centesimal Hahnemanniana - CH. Para usá-las como medicamento procedia da mesma forma. Contudo, percebeu que, mesmo diluídas, apresentavam agravações (aumento inicial da intensidade dos sintomas) quando prescritas aos pacientes. Passou, então, a diluir cada vez mais, agitando o medicamento (sucussões), obtendo, desta forma, melhores resultados.
Mas não chega uma hora que, diluindo-se tanto, acaba a substância original?
Sim, daí a necessidade das sucussões, ou seja, agitar o frasco também 100 vezes a cada vez que se dilui. O efeito medicamentoso em Homeopatia não é bioquímico, mas energético. A substância ao ser diluída e agitada, libera na água uma informação que ao ser pingada sob a língua, a transfere para o paciente. A informação ali contida estimula os mecanismos naturais de cura do indivíduo (vix medicatrix naturae), levando-o da doença para a saúde, através de suas próprias condições intrínsecas. Estudos vêm sendo realizados com as chamadas soluções não moleculares visando provar o efeito biológico, não só da Homeopatia, mas de outros produtos que atuam da mesma forma: in vivo e não in vitro.
Fonte: Associação Médica Homeopática Brasileira

Envie sua pergunta para o e-mail: ahomeopatia@hotmail.com

Faça Seu Depoimento

"A Homeopatia é um tipo de medicina desconcertante, pois oferece excelentes resultados - ao mesmo tempo - vai contra várias teorias da bioquímica. Eu não conseguia entender a Homeopatia, até que pude ultrapassar antigos paradigmas e experimentar este maravilhoso tratamento" Raul Toledo

"Considero que a Homeopatia faz o tratamento mais personalizado que existe. Por isso é possível que cinco pacientes asmáticos possam precisar de cinco medicamentos diferentes. Esta Arte de curar vai nas causas individuais, proporcionando muita saúde, satisfação e serenidade" Sílvia Godói

"A Homeopatia oferece uma ótima oportunidade de conversa consigo mesmo. Uma conversa prazerosa e às vezes muito difícil. A Homeopatia traz à tona as causas que muitas vezes nos faz ficar tristes, angustiados ou deprimidos - para que possamos nos libertar e viver com mais alegria e felicidade." Flávio de Oliveira

"A Homeopatia é uma especialidade médica que trata a pessoa e não os seus males ou doenças. Quando for ao homeopata, vai ver que ele vai traçar um perfil da sua personalidade e vai buscar os sintomas raros, estranhos e peculiares, que a medicina tradicional não dá importância. Através desse perfil, o homeopata vai selecionar remédios que causem em pessoa sã, os mesmos sintomas ou queixas que apresenta. É a cura pelo semelhante. O remédio vai agir estimulando o organismo a encontrar o equilíbrio." Dr. Ricardo de Oliveira

"A Homeopatia não trata a doença do paciente, mas sim cuida do paciente que tem uma doença. É uma experiência extraordinária para quem procura um tratamento" Simone Marques

"Acredito que os pacientes são a melhor propaganda da Homeopatia. Agora que você já sabe o que é a Homeopatia, gostaríamos de incentivá-lo a ler mais a respeito e procurar um homeopata competente. Tente a Homeopatia para si mesmo!" Dr. Carlos Campos & Silva

Para enviar um comentário, escreva para: ahomeopatia@hotmail.com

As Dúvidas Mais Freqüentes

Os pacientes que se tratam pela Homeopatia freqüentemente têm uma série de dúvidas e questionamentos sobre a evolução do seu tratamento e sobre os fundamentos desta arte médica de cura. As questões propostas poderão ser ampliadas por todos aqueles que tiverem interesse, os quais deverão encaminhar suas dúvidas, críticas e sugestões para o e-mail: ahomeopatia@hotmail.com

1. Quais são os tipos de produtos utilizados na composição dos medicamentos homeopáticos?
R: Na preparação dos medicamentos homeopáticos são utilizados substâncias e produtos provenientes dos três reinos da natureza: vegetal, mineral e animal.


2. Quais as vantagens e desvantagens da Homeopatia?
R: Vantagens:
* É uma forma de tratamento que contempla a totalidade do ser humano e não apenas as doenças isoladamente.
* É um tratamento menos agressivo, que atua através de estímulo energético e não por efeito químico de drogas.
* O custo do tratamento é muito menor, quando comparado aos esquemas terapêuticos convencionais.
* A consulta homeopática, por abordar questões relativas à vida inteira do paciente, é mais humanizada que a grande maioria das consultas com especialistas.
Desvantagens:
* Por ser uma forma terapêutica em que o paciente tem uma co-responsabilidade em seu tratamento, tornando-se necessário haver uma parceria entre médico e paciente, os resultados do tratamento podem demorar mais ou menos tempo para se efetivarem.


3. Quais os tipos de doenças tratadas pela Homeopatia?
R: A Homeopatia pode se propor a tratar qualquer doença, embora nem todos os doentes se beneficiem integralmente com o tratamento.


4. Como saber se estamos sendo atendidos por um profissional habilitado?
R: Como em qualquer especialidade médica, os pacientes devem procurar um médico do qual tenham boas referências, através de pessoas que já tenham sido atendidas pelo profissional. Tudo é uma questão de confiança. Existe sempre o médico certo na hora certa, para o paciente certo. É importante que os pacientes procurem se informar através dos vários livros disponíveis (veja abaixo as indicações), para que possam participar ativamente do seu tratamento e buscar um médico que corresponda às suas expectativas.
A Homeopatia é reconhecida como especialidade médica pelo CFM e pela AMB e os médicos, para obterem o título de especialista, devem se submeter à prova do Título da Associação Médica Homeopática Brasileira, filiada à Associação Médica Brasileira.
Os interessados em tratar-se pela Homeopatia podem obter indicação de médicos na APH: Rua Estado de Israel, 639. São Paulo -SP. Fones: (11) 5571-0483, (11) 5573-3946 e (11) 5084-4207.


5. Existem contra-indicações para medicamentos homeopáticos?
R: Não. O medicamento homeopático deve ser bem indicado por um médico que esteja habilitado e que possa acompanhar a evolução de seus pacientes.


6. Medicamentos homeopáticos podem ser consumidos por qualquer faixa etária?
R: Sim. Não existe limitação de idade para o tratamento homeopático.


7. O que é Homeopatia?
R: Homeopatia é uma especialidade médica que trata os pacientes visando à sua totalidade sintomática e que usa a energia dos medicamentos homeopáticos pela Lei dos Semelhantes, para reequilibrar a energia vital dos indivíduos.


8. É verdade que a cânfora anula o efeito da Homeopatia?
R: A cânfora, não se sabe exatamente por que motivo, pode ser usada como antídoto para os efeitos indesejáveis do medicamento homeopático que surgem em pacientes hipersensíveis. Quando o medicamento utilizado foi prescrito de uma forma adequada e de acordo com a Lei dos Semelhantes, a cânfora não interfere no tratamento e seus resultados.


9. Quem está fazendo um tratamento homeopático para um determinado fim pode tomar remédio para outro problema sem relação com aquele que você está tratando com Homeopatia?
R: Em princípio, o tratamento homeopático, que visa ao equilíbrio do indivíduo como um todo, dispensa o uso de outros medicamentos, sejam alopáticos ou homeopáticos. Entretanto, existem situações em que o paciente tem uma doença que provocou uma lesão irreversível em determinado órgão (por exemplo, tiróide ou pâncreas) sendo que, nestes casos, é necessário uma reposição - retirada cirúrgica da tiróide ou dos ovários ou, no diabetes juvenil, em que o pâncreas não produz a quantidade suficiente de insulina, é preciso haver uma reposição.
Por outro lado, durante o tratamento homeopático, a tomada de medicamentos alopáticos não interfere no tratamento e é dispensável. Uma exceção para esta afirmativa são os medicamentos alopáticos que visam tratar sintomas que chamamos de exonerativos, por exemplo, erupções cutâneas, secreções, corrimento vaginal. Nesses casos, a interferência com medicamentos alopáticos geralmente prejudica a boa evolução do tratamento homeopático.


10. Como se processa a especialidade médica dentro da Homeopatia?
R: A Homeopatia já é uma especialidade médica. Os médicos homeopatas que já são especialistas em determinada área deveriam fazer uma abordagem integral de seus pacientes, dentro de suas especialidades, e prescrever um medicamento único, que contemple a totalidade de seus sintomas.


11. Quais as chances de a doença voltar após o tratamento?
R: A Homeopatia entende que o indivíduo tem uma doença única, que apenas muda de nome durante sua vida. No processo de reequilíbrio, o organismo tende a voltar a estágios anteriores da vida no caminho da cura. Por esse motivo, voltam sintomas que a pessoa teve anteriormente, geralmente de uma forma rápida e passageira, que nos indicam que o paciente está recuperando sua saúde original.


12. A Homeopatia é um tratamento curativo ou preventivo?
R: Ambos. A Homeopatia visa à cura tanto das doenças agudas como das doenças crônicas. Sendo uma proposta terapêutica que visa manter o indivíduo num estado de saúde estável, dessa forma é também um tratamento preventivo.


13. O tratamento pela Homeopatia é mais longo do que seria o tratamento com remédios convencionais? Por quê?
R: Devemos diferenciar o tratamento de uma doença aguda do tratamento de uma doença crônica. Nas doenças agudas, quando o medicamento é bem indicado pela Lei dos Semelhantes, a melhora do paciente ocorre muito mais rapidamente do que com o tratamento por drogas ou medicamentos alopáticos.
No caso das doenças crônicas, como se busca um equilíbrio integral do indivíduo, a melhora é lenta e progressiva; nesses casos, o que é "lento" é a estabilização da energia vital num patamar de equilíbrio integral. Por outro lado, se compararmos o tratamento das doenças crônicas do ponto de vista alopático, que nunca termina e prolonga-se até que o paciente morra - por isso são doenças crônicas , o tratamento homeopático, mesmo que dure dois ou três anos, é muito mais rápido.


14. Eu faço automedicação com gripina e amigdalina (para gripe e dor de garganta). Deveria consultar um médico antes?
R: Existem várias formas do uso de medicamentos homeopáticos. Os medicamentos citados, na realidade, são o que chamamos de complexos homeopáticos, que têm uma finalidade específica e genérica para qualquer indivíduo. Do ponto de vista da Doutrina Homeopática, que diz que devemos prescrever um único medicamento homeopático individualizado para cada paciente, esta prática não está de acordo com os preceitos homeopáticos. Recomenda-se que aqueles que estiverem interessados num real tratamento homeopático procurem um especialista.


15. Se uma criança ingerir um remédio homeopático, ela corre o risco de intoxicação?
R: Em geral os indivíduos - seres humanos ou animais - não são muito sensíveis a uma única dose de medicamento homeopático (seja essa dose de um ou de cinqüenta glóbulos). Nos casos de ingestão acidental de uma grande quantidade de medicamento homeopático, a melhor conduta é a observação. Se surgirem sintomas relevantes, no caso de indivíduos hipersensíveis, esses sintomas podem ser antidotados por inalação de um produto que contenha cânfora ou pelo medicamento com o qual o paciente normalmente é medicado.
Em todos os casos recomenda-se que o paciente consulte o médico assistente.


16. Se eu me tratar durante 6 meses e parar, e voltar a tomar remédios homeopáticos um ou dois meses depois, o efeito do tratamento é perdido? Tenho que começar tudo de novo?
R: Depende do tipo de tratamento homeopático que o paciente está fazendo, isto é: unicista ou pluralista. Recomenda-se que o paciente não interrompa o seu tratamento para que possa equilibrar-se de uma forma mais rápida. A interrupção do tratamento por um ou dois meses, em geral, não afeta a evolução do processo de cura, principalmente quando o paciente está se tratando com um médico da linha unicista, em que as doses são administradas de tempos em tempos.


17. Aquelas "bolinhas", se forem ingeridas em quantidade exagerada, misturando vários tratamentos (por conta própria, sem receita), podem causar reação entre os remédios? Obs.: Algumas farmácias vendem sem receita.
R: Todo o tratamento deve ser orientado por um médico habilitado e especialista na área. A ingestão de medicamentos homeopáticos indiscriminadamente por um longo tempo pode levar ao aparecimento de muitos sintomas indesejáveis, especialmente em indivíduos hipersensíveis.


18. Florais de Bach são remédios homeopáticos?
R: Não. A terapia floral, em geral, visa ao tratamento apenas de sintomas do plano emocional, enquanto que o tratamento homeopático visa ao reequilíbrio do organismo como um todo, nos planos físico, mental e emocional.


19. Quem se trata com Homeopatia pode tomar bebida alcoólica?
R: As pessoas deveriam ter como norma de vida a busca do equilíbrio em tudo. Dessa forma, tudo o que é ingerido, sejam alimentos ou bebidas, se for feito de uma forma parcimoniosa, tudo é permitido: a virtude da temperança.


20. Os remédios homeopáticos têm composição química em seus ingredientes?
R: O que chamamos de tintura-mãe ou matriz de cada medicamento contém a substância ou produto que lhe deu origem. À medida que o medicamento sofre o processo de dinamização (diluição + sucussão), vão desaparecendo as moléculas e ficando apenas a energia da substância impressa nas moléculas de água e álcool (diluente universal dos medicamentos homeopáticos).

Fontes:
Associação Paulista de Homeopatia
Associação Médica Homeopática Brasileira

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.